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DA LAGOA DO MATO PARA TODO BRASIL
A Revista de História da Biblioteca Nacional deste mês traz nota sobre a literatura popular em NATAL e feira do livro em MOSSORÓ,trazendo em destaque folhetos do cordelista/historiador/imortal da Academia Brasileira de Literatura de cordel(ABLC), Antonio francisco, inspirado em Câmara cascudo. E viva Antonio Francisco.viva.
Escrito por jbsouto às 18h30
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NOITE DO ROMANET CONTI E CAMEMBERT
Hoje na Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN), rolará um vinho chileno[no mínimo]ou um ROMANET CONTI, queijos francêses[camembert,brie e roquefort] e no "grand finale" [ninguém é de ferro] um legítimo COHIBA. São alguns felizardos, que o economista Gustavo Franco chama de "protecionistas gourmet", vociferam contra a globalização,mas se deliciam com especiarias importadas, portanto muitos são membros da "esquerda festiva" de antigamente,que progrediram e agora são membros da "esquerda gourmet".
Escrito por jbsouto às 10h25
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E ASSUNTO EM BRASILIA É
“A Veja bem que tentou derrubar Renan Calheiros, mas quem conseguiu mesmo foi a Playboy”.
Escrito por jbsouto às 17h56
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DEVO E NÃO NEGO
Esta terça-feira, dia 16 de outubro, foi festa de Santa Edwiges. Uma duquesa alemã casada com um príncipe polonês, muito rico, lá no século 13, que deu de tirar das cadeias do reino todos os que condenados por dívidas não honradas.
Ela não só quitava essas dívidas como arrumava emprego para todos eles. Acabou canonizada pelo papa Clemente IV, como padroeira da família e protetora dos endividados.
Pois se há um povo, no mundo, que precisa de Santa Edwiges de plantão é o brasileiro.
É nosso o crédito bancário mais curto e mais caro do planeta. Agora em setembro, a coisa foi de 101% ao ano no crediário de lojas a 143% no cheque especial, 224% no cartão de crédito e 258% nas financeiras. Os dados são da Anefac, que todo mês atualiza esses números.
Não por acaso, o endereço da Paróquia de Santa Edwiges em São Paulo é sob medida: Estrada das Lágrimas, número 1.000. Bem Brasil.
Escrito por jbsouto às 17h20
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OS CUSTOS DA VIOLÊNCIA NO BRASIL
É difícil imaginar que no Brasil de hoje exista algum fenômeno que preocupe tanto a sociedade, sobretudo nas áreas urbanas,quanto a violência. A taxa nacional de homicídios, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),é de 27 por cem mil habitantes, um número expressivo se comparado aos registrados em países desenvolvidos. No Japão, por exemplo, a relação é de um para cem mil, enquanto no Canadá chega a dois e, nos Estados Unidos, a oito.
Não é por menos que autoridades governamentais, pesquisadores e a sociedade em geral têm procurado saídas para minimizar o problema, cujos efeitos não são apenas tangíveis, como os elevados gastos dos setores público e privado,mas os intangíveis, tais como as seqüelas psicológicas que abatem parentes e amigos de vítimas da violência.
De fato, os números são bastante significativos, segundo estudo que acaba de ser concluído por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): em 2004, o custo da violência foi de R$ 92,2 bilhões. E mais: o valor total equivaleu a 5,09% do Produto Interno Bruto (PIB),ou a R$ 519,40 per capita.
"O custo da violência no Brasil é um dos maiores do mundo", comenta Daniel Cerqueira,um dos autores do trabalho do Ipea, intitulado "Análise dos Custos e Conseqüências da Violência no Brasil", um subproduto de estudo desenvolvido há dois anos sobre o ranking das cidades mais seguras no Brasil.
Escrito por jbsouto às 20h52
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